Condomínio com lavanderia compartilhada

Está cada vez mais frequente encontrar condomínios que possuem espaços de lavanderia coletiva entre os seus diferenciais, virando uma tendência no mercado imobiliário e garantindo mais praticidade para os moradores.

Assim como as demais áreas comuns, todos os moradores podem utilizar o maquinário para lavar e secar suas roupas, o que faz com que o empreendimento tenha algumas vantagens que o torna mais atrativo para venda ou locação.

Por tudo isso, nós da Vieitez & Souza, separamos algumas informações sobre o que é, como é usada, e as vantagens e desvantagens da lavanderia compartilhada.

Como funciona a lavanderia compartilhada

A lavanderia de condomínio é um espaço compartilhado, totalmente, equipado para lavar e secar as roupas dos condôminos. Geralmente, os moradores utilizam seus próprios produtos de limpeza, mas os itens também estão à disposição nos espaços.

Em alguns residenciais, a taxa de uso da lavanderia está inclusa na cobrança do condomínio. Em outros, funciona o sistema pay-per-use, onde o morador paga uma quantia em sistemas acoplados às máquinas para poder utilizá-las.

A lavanderia em condomínio está se popularizando, especialmente, em residenciais com unidades de menores metragens, como estúdios e kitnets. Assim, os moradores têm mais conforto para higienizar suas peças e, também, secá-las de maneira simplificada.

Vantagens da lavanderia em condomínio

Para quem mora em apartamentos menores, as vantagens são grandes, porém para aqueles que moram em unidades maiores, será que é vantajoso? Confira alguns benefícios oferecidos pela lavanderia coletiva em condomínios.

Economia de água

A lavanderia coletiva em condomínio é a responsável pela economia de água e energia elétrica de um residencial. Já foi constatado uma redução de 30% a 72% de água e de 30% de eletricidade. Isso acontece porque o maquinário utilizado é industrial, suportando maiores quantidades de roupa, além de seu ciclo de lavagem ser menor, quando comparado com as lavadoras convencionais.

Economia de gastos com eletrodomésticos

Morar em um apartamento com lavanderia coletiva significa a economia no bolso do morador, uma vez que ele não precisará comprar uma máquina de lavar e, em alguns casos, até uma secadora. Além do fato de o equipamento ter um custo de aquisição elevado, há, ainda, os gastos com possíveis manutenções. Em um residencial com lavanderia coletiva, essas despesas não existirão.

Economia de espaço

Muitos residenciais novos estão apostando em unidades menores, uma vez que a rotina de todos está cada vez mais dinâmica e há mais pessoas morando sozinhas, sem a necessidade de muito espaço. Com isso, se fosse necessário comprar uma máquina de lavar, boa parte dessa pequena metragem teria que ser ocupada, oferecendo pouca, ou nenhuma, praticidade ao morador.

Interação com os vizinhos

Por se tratar de um espaço compartilhado, a lavanderia coletiva permite uma maior interação com os vizinhos, possibilitando que você os conheça melhor e possam partilhar experiências e ideias.

Otimização do tempo

A lavanderia compartilhada também resulta na otimização do tempo. O morador tem a possibilidade de praticar exercícios físicos na academia ou desfrutar de momento de lazer na piscina ou levando o filho ao play enquanto lava roupa

Praticidade

Algumas lavanderias possuem tecnologia que permite que a lavagem e a secagem sejam controladas por aplicativos, onde o morador cadastra seus dados e cartão de crédito para liberar as máquinas.  A manutenção dos equipamentos é feita por uma empresa terceirizada, normalmente a mesma que forneceu os equipamentos. Nestes casos, os equipamentos trazem vantagem e eficiência, com ciclos rápidos com cerca de 20 minutos, e materiais de qualidade dosados pela própria máquina, evitando assim o desperdício.

Todos os condomínios podem ter lavanderia compartilhada

Engana-se quem pensa que apenas os novos empreendimentos podem ter lavanderia compartilhada. Prédios mais antigos podem ser reformados para a criação deste espaço. Para isso, é preciso que haja instalação hidráulica adequada, além da aprovação dos moradores em assembleia.

Agora que já sabe como funciona um condomínio com lavanderia compartilhada, que tal encontrar o imóvel ideal para investir ou para morar. Visite nosso site e encontre milhares de opções em Canela, na Serra Gaúcha.

10 documentos imobiliários essências

Finalizar a negociação de venda, receber um bom dinheiro e ser feliz é o sonho de todo mundo que deseja vender um imóvel, seja ele o proprietário ou o corretor de imóveis. Mas esse sonho pode ser interrompido por um detalhe muito importante, a documentação.

De acordo com informações do mercado imobiliário no Brasil, a cada cinco imóveis, um não é vendido por problemas nos documentos imobiliários que são obrigatórios nos processos de compra e venda. Entre as causas mais comuns estão inventários não concluídos, dívidas do imóvel ou do atual proprietário.

Para que você se prepare e não perca nenhuma venda, a Vieitez & Souza preparou uma lista com os 10 documentos essências que não podem faltar na hora de vender ou comprar um imóvel, e que você deve ficar atento para não ter problemas ao fechar negócio.

Escritura do imóvel

A escritura é um documento necessário quando a compra do imóvel é feita à vista. Ela comprova que vendedor e comprador estão de acordo com a negociação. Para fazê-la, os envolvidos no contrato do imóvel devem procurar um cartório de notas, acompanhados de duas testemunhas para registro.

O documento traz as principais informações sobre a negociação, como os dados do imóvel, nome do vendedor e do comprador, valor da venda e a data de entrega das chaves. A escritura é um entre outros documentos imobiliários importantes, pois oficializa a venda. Depois de feita, caso uma das partes queira desistir, pode ter que pagar um bom valor para desfazer o negócio.

É bom lembrar que, além das taxas do cartório, o comprador deve pagar o ITBI – Imposto de Transmissão de Bens Imóveis depois de registrar a escritura. O valor muda para cada cidade, mas quem compra um imóvel deve ficar preparado para gastar cerca de 5% do valor negociado com taxas e impostos.

Contrato de financiamento

No caso de um imóvel financiado, o contrato tem valor de escritura, e não é necessário ir até o cartório de notas. Mas fique atento a alguns detalhes de como funciona a compra e venda nesses casos:

Quitação da dívida – caso a venda seja à vista, o atual proprietário deve procurar o banco e saber qual o saldo devedor do imóvel. Ele precisa liquidar esta dívida antes de vendê-lo, pois a propriedade pertence ao banco até que todas as parcelas sejam pagas. Depois disso, a financiadora emite um certificado de quitação do imóvel, que deve ser registrado no cartório de registro de imóveis. Só então ele passa a pertencer de fato à pessoa, e pode ser transferido para o comprador por meio da escritura.

Financiamento para compra – quando é o comprador que precisa de crédito para comprar um imóvel que já é financiado, o processo é um pouco diferente. Primeiro ele deve contratar um financiamento para a compra do imóvel. O banco no qual ele fez o contrato quita a dívida do imóvel, e compra esse financiamento, que é assumido pelo comprador.

Registro do Imóvel

O registro é feito no Cartório de registro de imóveis, e é um entre os documentos imobiliários fundamentais para garantir a segurança do comprador, pois só depois de registrado o imóvel passa, de fato, a pertencer ao novo dono.

Além da escritura ou do contrato de financiamento, o comprador deve levar também seus documentos pessoais, certidão de casamento (se for casado), comprovante de pagamento de IPTU e matrículas atualizadas da propriedade. No caso de imóveis usados, é preciso apresentar também as contas pagas de água, luz, condomínio e a certidão vintenária histórico da situação do imóvel nos últimos 20 anos.

Certidão de ônus reais

É registrada no Cartório de Registro de Imóveis, conhecida também como Certidão de Inteiro Teor, e é uma das certidões mais importantes para quem compra um imóvel. Com ela, é possível saber se há hipotecas, penhoras ou financiamentos em que o imóvel foi usado como garantia. Antes de fechar o negócio, é essencial que esse documento seja emitido para garantir que o imóvel não tem pendências.

Certidão de ações reais e pessoais reipersecutórias

Esta certidão pesquisa se existe alguma ação judicial que envolva o imóvel em negociação, como usucapião ou demarcação de limites do terreno, por exemplo. Caso seja positiva, a venda pode ser prejudicada, ou até mesmo cancelada. Se a propriedade não tiver nenhuma ação, será feita uma certidão negativa. É importante solicitá-la para o vendedor do imóvel, para garantir que o comprador não terá problemas no futuro com disputas judiciais.

Certidão negativa de bens entre os documentos imobiliários

Você sabia que seu cliente pode ter direito a até 50% de desconto nas taxas de registro na compra do seu primeiro imóvel? Este documento comprova que o cliente não possui outras propriedades em seu nome. Com ele, é possível solicitar o benefício no Cartório de Registro de Imóveis. Mas atenção, para ganhar o desconto, o imóvel deve ser residencial, ser financiado pelo Sistema Financeiro de Habitação (SFH) e não ultrapassar o valor de R$ 900 mil.

Certidão negativa de impostos

Comprova que o imóvel não possui pendência de impostos e tributos junto à prefeitura, ou na administração Estadual ou Federal. A certidão municipal deve ser solicitada à prefeitura. 

Já as estaduais e federais podem ser geradas pelos sites da Secretaria de Fazenda e da Receita Federal. Geralmente, todas podem ser emitidas online, mas é bom confirmar, pois algumas cidades ainda exigem que o documento seja retirado pessoalmente.

Certidão negativa de débitos condominiais

Este é um outro papel entre os documentos imobiliários que são bastante importantes, e muitas vezes ele é esquecido na hora de comprar um imóvel. Esse certificado é necessário no caso de apartamentos ou casas em condomínios fechados, e a forma de solicitá-lo varia de acordo com o condomínio. Mas o documento é essencial para que o novo proprietário não acabe recebendo, junto com as chaves, uma pilha de multas ou condomínios atrasados.

Contrato de compra e venda

É o documento que define todas as regras da negociação. Ele deve ter informações completas sobre o imóvel, os dados pessoais do vendedor e do comprador, o valor da venda, qual a forma de pagamento, se houve algum acordo para parcelamento, e qualquer outro detalhe necessário para garantir que o processo de compra e venda esteja bem documentado. Após a assinatura e a autenticação do contrato, já é possível fazer a escritura e o registro da propriedade.

Habite-se

O “Habite-se” é um certificado emitido pela prefeitura de que o imóvel foi construído de acordo com todas as normas legais e de segurança, e que está pronto para ser habitado. 

Verificar se a construção está regularizada é fundamental para evitar multas e até mesmo a sua demolição, caso o imóvel adquirido tenha algum problema estrutural que não foi percebido na hora da compra. Para conseguir esse documento, basta procurar o Cartório de Registro de Imóveis com o número de matrícula e solicitar uma Certidão de Inteiro Teor. Se o local possuir o “Habite-se”, ele estará listado na certidão.

Agora que já sabe os principais documentos para negociar um imóvel, procure a Vieitez & Souza para ajuda-lo nesta negociação. Nossos corretores são especialistas em imóveis na cidade de Canela – RS.